quarta-feira, 19 de junho de 2013


Enzimas



Fatores que afetam a atividade das enzimas
Temperatura
A temperatura é um fator importante na atividade das enzimas. Dentro de certos limites, a velocidade de uma reação enzimática aumenta com o aumento da temperatura. Entretanto, a partir de uma determinada temperatura, a velocidade da reação diminui bruscamente.
O aumento de temperatura provoca maior agitação das moléculas e, portanto, maiores possibilidades de elas se chocarem para reagir. Porém, se for ultrapassada certa temperatura, a agitação das moléculas se torna tão intensa que as ligações que estabilizam a estrutura espacial da enzima se rompem e ela se desnatura.
Para cada tipo de enzima existe uma temperatura ótima, na qual a velocidade da reação é máxima, permitindo o maior número possível de colisões moleculares sem desnaturar a enzima. A maioria das enzimas humanas, têm sua temperatura ótima entre 35 e 40ºC, a faixa de temperatura normal do nosso corpo. Já bactéria que vivem em fontes de água quente têm enzimas cuja temperatura ótima fica ao redor de 70ºC.

Grau de acidez (pH)
Outro fator que afeta a forma das proteínas é o grau de acidez do meio, também conhecido como pH (potencial hidrogeniônico). A escala de pH vai de 0 a 14 e mede a concentração relativa de íons hidrogênio(H+) em um determinado meio. O valor 7 apresenta um meio neutro, nem ácido nem básico. Valores próximos de 0 são os mais ácidos e os próximos de 14 são os mais básicos (alcalinos).
Cada enzima tem um pH ótimo de atuação, no qual a sua atividade é máxima. O pH ótimo para a maioria das enzimas fica entre 6 e 8, mas há exceções. A pepsina, por exemplo, uma enzima digestiva estomacal, atua eficientemente no pH fortemente ácido de nosso estômago (em torno de 2), onde a maioria das enzimas seria desnaturada. A tripsina, por sua vez, é uma enzima digestiva que atua no ambiente alcalino do intestino, tendo um pH ótimo situado em torno de 8.Enzimas.

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/quimica_vida/quimica14.php

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Língua de sinais = socialização do surdo
Quanto mais cedo o aprendizado, melhores os resultados de socialização e interação
O movimento das mãos combinado com a expressão facial pode representar bem mais que uma bronca ou um pedido. Os sinais se tornaram o canal de comunicação usado pela comunidade surda de todo o mundo para a socialização de quem sofre com a perda auditiva profunda. Assim nasceu a língua de sinais, no Brasil, conhecida como Libras - Língua Brasileira de Sinais.

Há nove anos reconhecida como meio legal de comunicação e expressão, a Língua combina expressão facial, movimentos de mãos e de pontos de articulação (locais no espaço ou no corpo onde os sinais são feitos). Ela já é disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores e no curso de fonoaudiologia. Mais recentemente, em setembro de 2010, em reconhecimento à sua importância, foi sancionada a lei federal regulamentando a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais no país.  

Complexa, porém, flexível, a língua de sinais, assim como a Língua Portuguesa, possui estrutura gramatical própria. Novos sinais são criados à medida que a comunidade surda recebe influência do ambiente cultural, histórico e até mesmo geográfico. Além disso, as línguas de sinais não são universais, tendo em casa país uma estrutura própria. “No Brasil, existem sinais diferentes para um mesmo significado, na mesma língua, em diferentes regiões. Há também um código chamado de Sinais Internacionais, utilizado para comunicação entre surdos de diversos países”, explica a Assistente Social e Professora de Libras, Mariana Marques da Hora.






LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Libras não é linguagem de sinais, não é gesto, não é mímica, Libras é uma língua, pois, possui todos os elementos lingüísticos necessário para ser considerada língua, ela é composta pelos níveis lingüísticos: fonológico, morfológico, sintático e o semântico, o que a difere das demais línguas é ser visual-espacial.
Hoje ela e reconhecida legalmente como meio de comunicação dos surdos brasileiros devido a Lei de nº 10436, de 24 de Abril de 2002, art. 1º “É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais – Libras e outros recursos a ela associados. Sendo ela uma língua ela é viva tem modificações, surgem novos sinais e para aprendê-la de fato, é necessário contato com surdos usuários da mesma. Conhecer alguns sinais soltos não é suficiente para garantir uma conversação ou uma interpretação em Libras é necessário conhecer sua estrutura gramatical.

Nem todo surdo conhece a Libras, por isso esse mini-dicionário ilustrado foi elaborado pensando nessas pessoas, facilitando assim a compreensão dos sinais e que ela sirva de incentivo para ouvintes começarem a aprender Libras. Acessa ai o Link>Libras ilustrados


http://www.ouvirfazbem.com.br/funciona.asp?id=190

quinta-feira, 13 de junho de 2013

A glicose e o metabolismo

Como já vimos, nos seres vivos o combustível mais utilizado é a glicose,substância altamente energética cuja quebra no interior das células libera a energia armazenada nas ligações químicas e produz resíduos, entre eles gás carbônico e água.

A energia liberada é utilizada na execução de atividades metabólicas: síntese de diversas substâncias, eliminação de resíduos tóxicos produzidos pelas células, geração de atividade elétrica nas células nervosas, circulação do sangue etc.
O conjunto de reações químicas e de transformações de energia, incluindo a síntese (anabolismo) e a degradação de moléculas (catabolismo), constituí o metabolismo.
Toda vez que o metabolismo servir para a construção de novas moléculas que tenha uma finalidade biológica , falamos em anabolismo. Por exemplo: a realização de exercícios que conduzem a um aumento da massa muscular de uma pessoa envolve a síntese de proteínas nas células musculares.
Por outro lado, a decomposição de substâncias, que ocorre, por exemplo, no processo de respiração celular, com a liberação de energia para a realização das atividades celulares, constituí uma modalidade de metabolismo conhecida como catabolismo.


Click no link a segui Glicólise Anaeróbia em Ação , Ciclo de Krebs em Ação e confira Simulação simplificada das onze reações da glicólise anaeróbia, que possibilita a montagem passo a passo as onze reações da via metabólica, dando enfoque para os substratos, enzimas e coenzimas.





                 











 Glicólise Anaeróbia em Ação                                                                   Ciclo de Krebs em Ação                                                                 

                              












        

Associe anabolismo a síntese e catabolismo a decomposição de substâncias. De modo geral essas duas modalidades ocorrem juntas.
Durante o catabolismo, que ocorre nos processos energéticos, por exemplo, a energia liberada em decorrência da utilização dos combustíveis biológicos poderá ser canalizada para as reações de síntese de outras substâncias, que ocorre no anabolismo.

Energia sob a forma de ATP
Cada vez que ocorre a desmontagem da molécula de glicose, a energia não é simplesmente liberada para o meio. A energia é transferida para outras moléculas (chamadas de ATP - Adenosina Trifosfato), que servirão de reservatórios temporários de energia, “bateriazinhas” que poderão liberar “pílulas” de energia nos locais onde estiverem.

No citoplasma das células é comum a existência de uma substância solúvel conhecida como adenosina difosfato, ADP. É comum também a existência de radicais solúveis livres de fosfato inorgânico (que vamos simbolizar por Pi), ânions monovalentes do ácido orto-fosfórico. Cada vez que ocorre a liberção de energia na respiração aeróbica, essa energia liga o fosfato inorgânico (Pi) ao ADP, gerando ATP. Como o ATP também é solúvel ele se difunde por toda a célula.
A ligação do ADP com o fosfato é reversível. Então, toda vez que é necessário energia para a realização de qualquer trabalho na célula, ocorre a conversão de algumas moléculas de ATP em ADP + Pi e a energia liberada é utilizada pela célula. A recarga dos ADP ocorre toda vez que há liberação de energia na desmontagem da glicose, o que ocorre na respiração aeróbia ou na fermentação.


A estrutura do ATP

O ATP é um composto derivado de nucleotídeo em que a adenina é a base e o açúcar é a ribose. O conjunto adenina mais ribose é chamado de adenosina. A união de adenosina com três radicais fosfato leva ao composto adenosina trifosfato, ATP. As ligações que mantêm o segundo e o terceiro radicais fosfato presos no ATP são altamente energéticas (liberam cerca de 7 Kcal/mol de substância).

Assim, cada vez que o terceiro fosfato se desliga do conjunto, ocorre a liberação de energia que o mantinha unido ao ATP. É esta energia que é utilizada quando andamos, falamos, pensamos ou realizamos qualquer trabalho celular.


http://www.sobiologia.com.br/conteudos/bioquimica/bioquimica2.php

quinta-feira, 6 de junho de 2013

CONHECENDO OS CARBOIDRATOS


Carboidratos, são as biomoléculas mais abundantes na natureza, constituídas principalmente por carbonohidrogênio e oxigênio, podendo apresentar nitrogêniofósforo ou enxofre na sua composição.
Dentre as diversas funções atribuídas aos carboidratos, a principal é a energética. Também atuam como elementos estruturais e de proteção na parede celular das bactériasfungos e vegetais, bem como em tecidos conjuntivos e envoltório celular de animais. Agem como lubrificantes das articulações esqueléticas e fornecem coesão entre as células. Podem funcionar como sinalizadores celulares. Alguns carboidratos, como a ribose e a desoxirribose, fazem parte da estrutura de nucleotídeos e dos ácidos nucleicos.
Conforme o tamanho, os carboidratos podem ser classificados em monossacarídeosoligossacarídeos e polissacarídeos.

Confira o vídeo, muito bem elaborado:





quarta-feira, 5 de junho de 2013

Os porquês do nosso corpo

Por que perdemos os dentes de leite?
Desde o nascimento, as raízes dos dentes de leite e dos dentes definitivos estão dentro das gengivas. Os dentes de leite nascem entre os 6 meses e os 2 anos de idade. Perto dos 6 anos, as raízes dos dentes definitivos se desenvolvem e os dentes de leite caem para dar lugar a eles.
Até que idade crescemos?
O crescimento dos ossos começa com o nascimento e vai até mais ou menos 20 anos. Porém, o esqueleto não é o único a se modificar. Na adolescência, todo o corpo muda: é a puberdade. Quando ficamos adultos, o corpo não cresce mais.
Como ficamos velhos?
Envelhecemos durante toda a vida! Mesmo que você não seja velho, tem mais idade que um recém-nascido. Não se pode dizer que a velhice começa em um momento preciso. A partir de certa idade, o corpo não pode mais gerar filhos e, aos poucos, vamos ficando mais frágeis.
Por que nossos dentes não têm a mesma forma?
Os dentes da frente servem para partir os alimentos. Eles são chatos e cortantes. Os caninos desfiam a carne. Eles são muito pontudos. Os molares são grandes e largos, servem para triturar a comida.
Para que serve a saliva?
A saliva é importante para matar os micróbios e deixar a boca úmida. Quando comemos, a saliva molha os alimentos e assim começa a digestão. Isso facilita muito o trabalho de todo o sistema digestório!
Por que nosso coração bate mais forte quando temos medo?
O coração bate o tempo todo, mas percebemos melhor quando ele bate mais rápido ou mais forte. Quando estamos com medo, todo o corpo se prepara para que possamos fugir a toda a velocidade. É por isso que o coração começa a bater bem rápido.
Porque ficamos bronzeados quando tomamos sol?
A pele é muito sensível a certos raios do sol, os ultravioletas. Para se proteger, ela fabrica uma substância escura, a melanina. Quando ficamos expostos ao sol, essa substância é fabricada em maior quantidade e ficamos bronzeados. Mas não podemos nos esquecer do protetor solar.
O que é um ser humano?
Homens, mulheres e crianças da Terra são seres humanos. Somos todos mamíferos como os animais que amamentam o seus filhotes. Mas, por termos o cérebro mais desenvolvido que todos os outros animais, somos os únicos que sabem falar, sorrir e raciocinar.
Do que somos feitos?
Nosso corpo é formado por milhares de células. As células são muito pequenas; só podemos vê-las ao microscópio. Cada parte do corpo (os ossos, o sangue, a pele, o cérebro...) tem suas células; quase todas se renovam sem parar.
Por que as pessoas morrem?
Na velhice, os órgãos já não funcionam tão bem. O corpo se cansa e tem mais dificuldade para se defender das doenças. No final da vida, o coração deixa de bater, o cérebro e os demais órgãos deixam de funcionar.

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POR QUE SENTIMOS SONO APÓS O ALMOÇO?

SABE AQUELE SONINHO QUE SENTIMOS APÓS O ALMOÇO? POIS É, ELE TEM EXPLICAÇÃO

Bom mesmo é quando você pode se dar o luxo de almoçar, e em seguida ir dormir sem se preocupar com o horário de acordar. Sabe aquele soninho que nos acompanha quando terminamos a principal refeição do dia? Pois é, aquela maresia tem explicação, e será explicada agora.
Após as refeições o organismo sofre algumas alterações que nos dá a sensação de falsa hibernação. Essa sensação ocorre quando o alimento chega ao estômago, pois nesse momento concentra maior quantidade do fluxo sanguíneo corpóreo nessa região com a finalidade de facilitar o seu processo.
A concentração do fluxo sanguíneo na região do estômago (que se estende até o intestino) faz com que o cérebro fique menos oxigenado e o sistema nervoso menos irrigado. Também acontece a interrupção do estado de alerta cerebral. Essa interrupção acontece por causa do açúcar presente nos alimentos que faz com que as células nervosas, que nos deixam alertas, parem de liberar os sinais necessários para tal estado. Dessa forma, o açúcar faz com que as células nervosas enviem ao cérebro o estado de saciedade que promove o ciclodescrito acima e consequentemente o sono.
Por causa dos efeitos promovidos pelo açúcar é que se recomenda diminuir a ingestão de alimentos ricos em glicose nas refeições, principalmente no almoço quando ainda se tem algo para fazer, para que os sinais de alerta das células nervosas não sejam interrompidos.
Escrito por Gabriel Lima. Postado em Curiosidades